• O QUE HÁ POR AQUI

    Neste site você encontra assuntos relacionados a Comunicação Social. Além de textos sobre o contexto digital, portfólio de trabalhos realizados e entrevistas concedidas, neste espaço também estão publicados resumos, aulas, vídeos, tutoriais e apresentações para turmas de Pós-Graduação e Graduação em Jornalismo, Publicidade.

  • RÁDIO UNIVERSITÁRIA

    O Projeto Rádio Universitária é um projeto da disciplina de Práticas de WebJornalismo, desenvolvido pelo Prof. Me. Eduardo Natário. O objetivo deste veículo é, além de estudar o assunto Podcast e Rádio Web, publicar os conteúdos produzidos pelos alunos do 4º semestre de jornalismo.

  • PRÁTICAS DE WEBJORNALISMO

    Esta seção foi criada exclusivamente para a publicação dos conteúdos das aulas de Práticas de WebJornalismo. Esta disciplina, oferecida para os alunos do 4 semestre de Jornalismo, tem como objetivo preparar o estudante de comunicação para o novo cenário do Jornalismo Multimídia. As postagens estão relacionadas a produção de vídeo, podcast, aprimoramento de técnicas de fotografia, jornalismo investigativo on-line, e sobre o atual contexto de interações mediadas pelas redes digitais.

  • PRODUÇÃO JORNALÍSTICA

    As postagens identificadas como ‘Produção Jornalística’ trazem conteúdos relacionados a execução prática de um produto criado para Internet. No conteúdo desta disciplina estão textos e tutoriais que permitem a criação de um site, sob plataforma web 2.0, com webpublisher, organização e gerenciamento de conteúdos, desenvolvimento de layout, wireframe, mapa de navegação e todos os demais requisitos para a criação de um produto web profissional.

  • FOTOGRAFIA

    Aqui estão os slides das aulas de Fotografia, lecionadas para as turmas do Bacharelado em Jornalismo e Publicidade. Além dos slides estão aulas especiais, os vídeos passados em aula, infográficos sobre fotografia e aplicativos de simulação de câmera profissional.

quarta-feira, junho 01, 2022

Trabalho A2 Jornalismo Científico e Cultural

Criar texto para caderno cultural de veículo impresso diário brasileiro sobre algum aspecto da cultura à partir do tema sorteado em sala: 

- Escrever a matéria completa e entregar impressa no dia da apresentação (ver data abaixo de acordo com seu campus).

-Encontrar gancho. 

- Dar direcionamento para público geral.

- Obrigatório seguir critérios de noticiabilidade.

- Assunto novo e não obvio. 

- Lembre-se de ser pertinente a localidade e tema que você sorteou em sala de aula.


Sobre o powerpoint coletivo que está no google drive. É um Arquivo colaborativo:

Cada aluno deve publicar neste link 1 slide contendo: (este é um documento coletivo. Se organizem)

Tema sorteado em aula: (localidade/ assunto)

Título: (titulo clássico contendo: Verbo de ação, ordem direta, sem artigo definido ou indefinido)

Lead: (1 parágrafo)


Todos os alunos devem colocar individualmente seu slide de apresentação.

segunda-feira, abril 11, 2022

EXERCÍCIO PRÁTICO: EXTENSÃO DE CAMPANHA PUBLICITÁRIA AUDIOVISUAL PARA YOUTUBE

O que são campanhas ATL e BTL?

ATL: A sigla é uma abreviação de Above The Line, ou acima da linha. É um termo que se refere a todas as ações publicitárias e de marketing que são dirigidas a um público massivo, sem nenhum tipo de segmentação, e com alto impacto.

BTL: A publicidade BTL, ou Below The Line, que significa abaixo da linha, não se trata, de fato, de um conceito oposto ao anterior. ATL e BTL não são antônimos. 

Pensando no impacto da campanha pelo canal escolhido (YouTube), vamos colocar este caso apresentado no exercício a seguir como BTL (campanha de apoio), que tem como objetivo alcançar um segmento bem específico (nicho).

Vamos estender esta campanha, que foi criada para o YouTube.


Vamos criar um novo tema para expandir esta campanha.

Abaixo estão três exemplos de temas explorados nesta abordagem de apoio (BTL) veiculada no YouTube.
A partir deste tema vamos gravar a peça nos mesmos moldes da campanha atual, com 6 segundos.

1) IDEIA (tema para a micro-história)
a) Criar um tema: (grupo faz um brainstorm) 
b) Pensar numa frase de contexto (frase curta)
c) Procurar uma imagem de fundo (BG) para contextualizar o tema

2) GRAVAÇÃO (vídeo e off)
a) Gravar a personagem sentindo dor de cabeça, com a imagem do tema de fundo
b) Gravar o off com a locução da frase escolhida

3) EDIÇÃO (finalizar a peça publicitária)
a) Editar a peça publicitária de exatos 6 segundos 




Exemplos de temas:
TEMA: ASSISTINDO TV
- "DOR MARATONANDO NA SUA CABEÇA? "
- "A DOR DEU PAUSE NA SUA CABEÇA?" 

TEMA: PRATICANDO EXERCÍCIO
- "QUE TAL BOTAR A DOR PARA CORRER" 
- "A DOR BOMBOU NA SUA CABEÇA" 

TEMA: CHURRASCO EM FAMILIA
- "A DOR PASSOU DO PONTO" 
- "CARNE NA BRASA E DOR DE CABEÇA" 


Exemplos:
- A dor deu um pause na sua cabeça?
- Dor maratonando na sua cabeça?
- Que tal botar a dor para correr?
- A dor bombou na sua cabeça?
- A dor de cabeça passou do ponto?
- Carne na brasa e dor de cabeça?


sexta-feira, novembro 16, 2018

Vídeos complementares - Web 2.0


Aqui estão dois documentários importantes para nossas aulas. O primeiro deles é sobre Aaron Swartz, um dos inventores do RSS, e o outro é sobre Obsolência Programada.







Documentário sobre Aaron Swartz, um dos inventores do RSS.

 


Documentário sobre Obsolescência Programada.




Entrevista sobre o Marco Civil da Internet no Brasil.




Textos extra:

- Mapa ao-vivo de ataques hackers entre países.
Kaspersky Cyberthreat real-time map (matéria do jornal Nexo sobre o assunto)

- O truque da Netflix para não quebrar literalmente a internet no Brasil e no mundo
Sobre o Netflix Open Connect, em matéria do Gizmodo Brasil

- Facebook testa maneiras de facilitar a exibição de notícias hardnews/breaking news
Matéria do Business Insider sobre breaking news em vídeo no Facebook

- Primeiro cabo de internet ligando América do Sul e África chega ao Brasil
Matéria do Olhar Digital sobre novo Backbone intercontinental







sábado, dezembro 02, 2017

Gravação e edição de nota coberta - Atividade 5 EDIÇÃO

Nesta atividade vamos editar o texto para ser lido, gravar a cabeça e depois editar as imagens de uma nota coberta para TV, inserindo as imagens para ilustrar a matéria televisiva.

O Assunto é o lançamento do jogo 'Super Mario Odyssey' para console Nintendo Switch. Para termos como referência está aqui um texto retirado do jornal Folha de S. Paulo sobre o lançamento, que aconteceu no final de agosto de 2017.

A atividade é individual, portanto cada aluno deve trazer seu texto impresso na lauda padrão de telejornalismo para entregar ao professor como parte da atividade.

Esta nota coberta deve ter entre 45 segundos e 1 minuto, e a cabeça da matéria será gravada junto com o off em sala de aula conforme a escala abaixo.

TURMA DA MANHÃ:  (Aula de Segunda-feira, Campus Memorial)

Grupos que gravarão a cabeça no dia 13/11/2017 (entrega até o dia 03/12)
- AZ
- Happy
- Excence
- Akron
- Revenge

Grupos que gravarão a cabeça no dia 27/11/2017 (entrega até o dia 03/12)
- Octopus
- Key
- Infinity
- News
- Queen

TURMA DA NOITE:  (Aula de Sexta-feira, Campus Memorial)

Grupos que gravarão a cabeça no dia 24/11/2017 (entrega até o dia 03/12)
- Grupo: Plenus
- Grupo: Creativita
- Grupo : Innovate
Grupo : Recomeço

Grupos que gravarão a cabeça no dia 01/12/2017 (entrega até o dia 08/12)
- Grupo: Otto
- Grupo: Lemonde
Grupo: Fresh News
Grupo: **Guilherme Nunes

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Link para postar vídeo editado (Turma da manhã)


Link para postar vídeo editado (Turma da noite)

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Checklist da Atividade (Esta atividade é individual):

- Pegar o pdf com texto de apoio sobre o assunto da gravação. (link da matéria original);

- Escrever a matéria para a nota coberta (cronometrar o tempo de leitura entre 45 segundos e 1 minuto);

- Imprimir a lauda de telejornalismo com o texto (e marcações) e levar no dia da gravação para entregar como parte da atividade;

- Gravar a cabeça na data definida ao grupo acima, na sala de aula junto ao professor;

- Pegar seu trecho de vídeo bruto gravado no Google Drive
- Baixar vídeo de apoio 1 com o trailler do jogo e vídeo de apoio 2 com 20 minutos de jogo para servir de ilustração na edição da nota coberta

- Editar o vídeo e exportar em HD 720p;

- Publicar o vídeo editado no espaço do Google Drive da turma com, sendo o nome deste arquivo deve ser o nome do autor do trabalho e da agencia, ex: joão-nome-da-agencia.mp4

- Data final da entrega desta atividade 3 de dezembro de 2017 até as 23h59. 
(Obs. A turma que grava no dia 1 de dezembro pode entregar a atividade no Google Drive até o dia 08/12).




quinta-feira, novembro 16, 2017

Pré-Internet, Online, Internet, Web 1.0

PRÉ-INTERNET - ARPANet, acrônimo em inglês de Advanced Research Projects Agency Network (Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançadas) do Departamento de Defesa dos EUA, foi a primeira rede operacional de computadores à base de comutação de pacotes, e o precursor da Internet.

A 'ARPANet, embrião da Internet, foi uma das primeiras redes da história da Internet atual. Desenvolvida pela agência Americana ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, tinha o objetivo de interligar as bases militares e os departamentos de pesquisa do governo americano, com o objetivo de obter novamente a liderança tecnológica perdida para os soviéticos durante a guerra fria. (leia mais sobre a ARPANet na Wikipédia)


Este sistema garantia a integridade da informação caso uma das conexões da rede sofresse um ataque inimigo, pois o tráfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexões.
O curioso é que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido à dificuldade dos Estados Unidos de derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.


Tela do cliente de e-mail 'Pine', visual da Internet antes da era web


Online 1.0 - CompuServe, Prodigy, AOL e BBS (Bulletin Board System: redes locais. Ex. Mandic BBS – Cidade de São Paulo)

O período que chamamos de 'Online', decada de 80, também pode ser identificado 'como a era BBS'

Nos EUA, CompuServe, Prodigy, e AOL eram as principais empresas de serviços de comunicação digital. (A assinatura de noticias dos jornais digitalizados era o principal diferencial, pouco depois também ofereceram acesso e-mail)

• Existiam também as BBS (Bulletin Board System) locais, mas inicialmente nada de www ou web, pois o foco estava nos conteúdos exclusivos dessas redes proprietárias e suas interfaces exclusivas.

• No Brasil a principal BBS foi paulistana Mandic.



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Quadro de informações.
Exemplo de ilustração do que seria
o avô das home page

INTERNET
- Internet se refere à internet global e pública, disponibilizada pelo protocolo de Internet;
A Internet no Brasil começou pelas universidades, no início da década de 90;
- E-mail (Correio eletrônico), FTP (File Transport Protocol), IRC (Internet Relay Chat); NewsGroup (Grupos de discussão)
- Gopher (Indexador de repositório de informação, é o tataravô do Google); Telnet (protocolo cliente-servidor que permite a comunicação entre computadores em rede).



- Usenet, painel de discussão (NewsGroup) pioneiro na internet, em 2009 completa 30 anos. Atualmente existem os fóruns de discussão com interface web, que equivalem aos NewsGroup existentes na internet. Neste exemplo ao lado ainda não existiam plataformas ou interfaces gráficas navegáveis para utilizar os Grupos. Depois surgiram clientes de web 1.0 para 'baixar' o conteúdos dos NewsGroups. Estes softwares eram muito parecidos com softwares de e-mail.



Telas do Browser Netscape Navigator
WEB 1.0 - WWW= World Wide Web (world = mundo;  wide = amplo;  web = teia)

- Arquitetura baseada em HTML
Hypertext Markup Language (Linguagem de Marcação de Hipertexto)

- Tim Berners-Lee criou o HTML original (e outros protocolos associados como o HTTP), em uma estação NeXTcube (computador da empresa criada por Steve Jobs.)

- Enquanto as redes CompuServe, Prodigy, AOL e BBS locais eram redes fechadas apenas para assinantes, o www era uma interface de hiperdocumentos livre e de acesso gratuito.

- A World Wide Web (que em português significa, "Rede de alcance mundial"; também conhecida como Web e WWW) é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na Internet. Um dos principais componentes do hipertexto é o hiperlink, ou link. (São referências a outras partes deste documento ou a outro documento).

- Nesse contexto de páginas, sites, portais e ‘ambientes navegáveis’ através dos hiperlinks com ambiente agradável de documentos interligados, surgem também conteúdos multimídia, como fotos, vídeos (Realplayer), gifs  animados, conteúdo em áudio.

Tim Berners-Lee, o criador da web
Na WEB 1.0 predomina conteúdo produzido pelas empresas e portais de internet, que segue os moldes da comunicação tradicional UM > TODOS (jornal impresso, TV e rádio), co-existindo com o e-mail, mensageiro instantâneo e chat que seguem o modelo UM > UM.

Sir Timothy John Berners-Lee (Nasceu na Inglaterra, Londres, em 8 de junho de 1955) é o inventor do World Wide Web e diretor do World Wide Web Consortium, que supervisiona o seu desenvolvimento

O NeXT Computer, usado pelo cientista britânico Tim Berners-Lee sendo o primeiro servidor de páginas HTML (páginas web)







Recentemente, Tim Berners-Lee foi considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, segundo o levantamento "Top100 Living Geniuses", da consultoria Creators Synectics.







Exemplo de páginas web: Hipertextos com interface navegável, hiperlinks e imagens (web 1.0)







segunda-feira, outubro 23, 2017

A linguagem do Cinema e Jornada do Herói

A Jornada do Herói Mitológico 
Muitos consideram que um dos mais importantes livros do século XX foi “O Herói de Mil Faces”, de Joseph Campbell. Paralelamente às teorias de Carl Jung sobre os arquétipos e o inconsciente coletivo, Campbell trabalha a noção de que as histórias (todas elas) estão ligadas por um fio condutor comum. Assim, desde os mitos antigos, passando pelas fábulas e os contos de fadas até os mais recentes estouros de bilheteria do cinema americano, a humanidade vem contando e recontando sempre as mesmas histórias.

Esta “história oculta” dentro de outras histórias é chamada por Campbell de “A Jornada do Herói Mitológico”, e tem servido de base e orientação para profissionais que estudam e se dedicam às diversas formas do “storytelling” (o contar histórias), desde psicólogos, escritores e contadores de histórias, dramaturgos, roteiristas e críticos de cinema.

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Segundo Campbell, seria possível estruturar qualquer história a partir do roteiro básico da “Jornada do Herói”, e vice-versa, ou seja, é possível “desmontar” as histórias, identificando nelas os passos que constituem a “Jornada”.
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Partindo dos conceitos de Campbell, Chistopher Vogler estruturou um esquema semelhante à “jornada do herói”, só que mais adequado às narrativas contemporâneas (cinema, TV etc.). Em seu livro “A Jornada do Escritor”, ele indica os seguintes passos para a criação de uma história que siga a estrutura da “jornada” de Campbell:

Etapa da jornada do herói, seguindo o roteiro de Christopher Vogler:
1. O MUNDO COMUM
2. CHAMADO À AVENTURA
3. RECUSA DO CHAMADO
4. ENCONTRO COM O MENTOR
5. TRAVESSIA DO PRIMEIRO LIMIAR
6. TESTES, ALIADOS E INIMIGOS
7. APROXIMAÇÃO DA CAVERNA OCULTA
8. A PROVAÇÃO SUPREMA
9. RECOMPENSA
10. CAMINHO DE VOLTA
11. RESSURREIÇÃO
12. RETORNO COM O ELIXIR

Em resumo:
1. O Herói é apresentado no mundo comum, onde recebe um chamado à aventura.
2. Primeiro recusa o chamado, mas num encontro com o mentor é encorajado a fazer a travessia do primeiro limiar e entrar no mundo especial, onde encontra testes, inimigos e aliados.
3. Na aproximação da caverna oculta, cruza um segundo limiar onde enfrenta a provação suprema.
4. Ganha sua recompensa e é perseguido no caminho de volta ao mundo comum.
5. Cruza então o terceiro limiar, experimenta uma ressurreição e é transformado pela experiência.
6. Chega então o momento do retorno com o elixir, a benção ou o tesouro que beneficia o mundo comum.

- Leia o texto completo sobre a Jornada do herói (texto de Christopher Vogler, a partir de Joseph Campbell) e aqui o artigo de Albert Paul Dahoui sobre o assunto.


CAMPBELL, Joseph. O Herói de Mil Faces. São Paulo, Editora Cultrix/Pensamento, 1995.
VOGLER, Christopher. A Jornada do Escritor. Rio de Janeiro, Ampersand Editora, 1997.

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Cinema europeu x cinema de hollywood
Uma das melhores definições sobre a diferença entre um filme europeu e um filme americano foi feita pelo mestre Hitchcock. Ele disse que o filme europeu pode abrir com uma imagem de nuvens, cortar para outro plano de nuvens, e então cortar para um terceiro plano de nuvens.
Se um filme americano abre com uma imagem de nuvens, deve cortar para um plano de um avião, e se no terceiro plano o avião não tiver explodido, a platéia estará entediada. (Fonte: Blog Roteiristas).



O cinema de Holywood geralmente direciona nossa atenção, focando e direcionando o olhar do espectador.


Na narrativa européia as cenas podem mostrar uma ação em primeiro plano e, ao fundo, outro acontecimento no mesmo quadro pode ser parte importante (uma chave) para desvendarmos
o quebra-cabeças história central.
(O olhar do espectador é menos direcionado do que no cinema de Hollywood)




Slides da aula 'Linguagem do cinema'




O Zoopraxiscópio de Eadweard Muybridge 










A fotografia em movimento de Eadweard Muybridge 




Filme: Viagem para a lua (A trip to the moon)