• O QUE HÁ POR AQUI

    Neste site você encontra assuntos relacionados a Comunicação Social. Além de textos sobre o contexto digital, portfólio de trabalhos realizados e entrevistas concedidas, neste espaço também estão publicados resumos, aulas, vídeos, tutoriais e apresentações para turmas de Pós-Graduação e Graduação em Jornalismo, Publicidade.

  • RÁDIO UNIVERSITÁRIA

    O Projeto Rádio Universitária é um projeto da disciplina de Práticas de WebJornalismo, desenvolvido pelo Prof. Me. Eduardo Natário. O objetivo deste veículo é, além de estudar o assunto Podcast e Rádio Web, publicar os conteúdos produzidos pelos alunos do 4º semestre de jornalismo.

  • PRÁTICAS DE WEBJORNALISMO

    Esta seção foi criada exclusivamente para a publicação dos conteúdos das aulas de Práticas de WebJornalismo. Esta disciplina, oferecida para os alunos do 4 semestre de Jornalismo, tem como objetivo preparar o estudante de comunicação para o novo cenário do Jornalismo Multimídia. As postagens estão relacionadas a produção de vídeo, podcast, aprimoramento de técnicas de fotografia, jornalismo investigativo on-line, e sobre o atual contexto de interações mediadas pelas redes digitais.

  • PRODUÇÃO JORNALÍSTICA

    As postagens identificadas como ‘Produção Jornalística’ trazem conteúdos relacionados a execução prática de um produto criado para Internet. No conteúdo desta disciplina estão textos e tutoriais que permitem a criação de um site, sob plataforma web 2.0, com webpublisher, organização e gerenciamento de conteúdos, desenvolvimento de layout, wireframe, mapa de navegação e todos os demais requisitos para a criação de um produto web profissional.

  • FOTOGRAFIA

    Aqui estão os slides das aulas de Fotografia, lecionadas para as turmas do Bacharelado em Jornalismo e Publicidade. Além dos slides estão aulas especiais, os vídeos passados em aula, infográficos sobre fotografia e aplicativos de simulação de câmera profissional.

sexta-feira, novembro 16, 2018

Vídeos complementares - Web 2.0


Aqui estão dois documentários importantes para nossas aulas. O primeiro deles é sobre Aaron Swartz, um dos inventores do RSS, e o outro é sobre Obsolência Programada.







Documentário sobre Aaron Swartz, um dos inventores do RSS.

 


Documentário sobre Obsolescência Programada.




Entrevista sobre o Marco Civil da Internet no Brasil.




Textos extra:

- Mapa ao-vivo de ataques hackers entre países.
Kaspersky Cyberthreat real-time map (matéria do jornal Nexo sobre o assunto)

- O truque da Netflix para não quebrar literalmente a internet no Brasil e no mundo
Sobre o Netflix Open Connect, em matéria do Gizmodo Brasil

- Facebook testa maneiras de facilitar a exibição de notícias hardnews/breaking news
Matéria do Business Insider sobre breaking news em vídeo no Facebook

- Primeiro cabo de internet ligando América do Sul e África chega ao Brasil
Matéria do Olhar Digital sobre novo Backbone intercontinental







quinta-feira, novembro 16, 2017

Pré-Internet, Online, Internet, Web 1.0

PRÉ-INTERNET - ARPANet, acrônimo em inglês de Advanced Research Projects Agency Network (Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançadas) do Departamento de Defesa dos EUA, foi a primeira rede operacional de computadores à base de comutação de pacotes, e o precursor da Internet.

A 'ARPANet, embrião da Internet, foi uma das primeiras redes da história da Internet atual. Desenvolvida pela agência Americana ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, tinha o objetivo de interligar as bases militares e os departamentos de pesquisa do governo americano, com o objetivo de obter novamente a liderança tecnológica perdida para os soviéticos durante a guerra fria. (leia mais sobre a ARPANet na Wikipédia)


Este sistema garantia a integridade da informação caso uma das conexões da rede sofresse um ataque inimigo, pois o tráfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexões.
O curioso é que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido à dificuldade dos Estados Unidos de derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.


Tela do cliente de e-mail 'Pine', visual da Internet antes da era web


Online 1.0 - CompuServe, Prodigy, AOL e BBS (Bulletin Board System: redes locais. Ex. Mandic BBS – Cidade de São Paulo)

O período que chamamos de 'Online', decada de 80, também pode ser identificado 'como a era BBS'

Nos EUA, CompuServe, Prodigy, e AOL eram as principais empresas de serviços de comunicação digital. (A assinatura de noticias dos jornais digitalizados era o principal diferencial, pouco depois também ofereceram acesso e-mail)

• Existiam também as BBS (Bulletin Board System) locais, mas inicialmente nada de www ou web, pois o foco estava nos conteúdos exclusivos dessas redes proprietárias e suas interfaces exclusivas.

• No Brasil a principal BBS foi paulistana Mandic.



---------------------------------------

Quadro de informações.
Exemplo de ilustração do que seria
o avô das home page

INTERNET
- Internet se refere à internet global e pública, disponibilizada pelo protocolo de Internet;
A Internet no Brasil começou pelas universidades, no início da década de 90;
- E-mail (Correio eletrônico), FTP (File Transport Protocol), IRC (Internet Relay Chat); NewsGroup (Grupos de discussão)
- Gopher (Indexador de repositório de informação, é o tataravô do Google); Telnet (protocolo cliente-servidor que permite a comunicação entre computadores em rede).



- Usenet, painel de discussão (NewsGroup) pioneiro na internet, em 2009 completa 30 anos. Atualmente existem os fóruns de discussão com interface web, que equivalem aos NewsGroup existentes na internet. Neste exemplo ao lado ainda não existiam plataformas ou interfaces gráficas navegáveis para utilizar os Grupos. Depois surgiram clientes de web 1.0 para 'baixar' o conteúdos dos NewsGroups. Estes softwares eram muito parecidos com softwares de e-mail.



Telas do Browser Netscape Navigator
WEB 1.0 - WWW= World Wide Web (world = mundo;  wide = amplo;  web = teia)

- Arquitetura baseada em HTML
Hypertext Markup Language (Linguagem de Marcação de Hipertexto)

- Tim Berners-Lee criou o HTML original (e outros protocolos associados como o HTTP), em uma estação NeXTcube (computador da empresa criada por Steve Jobs.)

- Enquanto as redes CompuServe, Prodigy, AOL e BBS locais eram redes fechadas apenas para assinantes, o www era uma interface de hiperdocumentos livre e de acesso gratuito.

- A World Wide Web (que em português significa, "Rede de alcance mundial"; também conhecida como Web e WWW) é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na Internet. Um dos principais componentes do hipertexto é o hiperlink, ou link. (São referências a outras partes deste documento ou a outro documento).

- Nesse contexto de páginas, sites, portais e ‘ambientes navegáveis’ através dos hiperlinks com ambiente agradável de documentos interligados, surgem também conteúdos multimídia, como fotos, vídeos (Realplayer), gifs  animados, conteúdo em áudio.

Tim Berners-Lee, o criador da web
Na WEB 1.0 predomina conteúdo produzido pelas empresas e portais de internet, que segue os moldes da comunicação tradicional UM > TODOS (jornal impresso, TV e rádio), co-existindo com o e-mail, mensageiro instantâneo e chat que seguem o modelo UM > UM.

Sir Timothy John Berners-Lee (Nasceu na Inglaterra, Londres, em 8 de junho de 1955) é o inventor do World Wide Web e diretor do World Wide Web Consortium, que supervisiona o seu desenvolvimento

O NeXT Computer, usado pelo cientista britânico Tim Berners-Lee sendo o primeiro servidor de páginas HTML (páginas web)







Recentemente, Tim Berners-Lee foi considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, segundo o levantamento "Top100 Living Geniuses", da consultoria Creators Synectics.







Exemplo de páginas web: Hipertextos com interface navegável, hiperlinks e imagens (web 1.0)







quarta-feira, agosto 30, 2017

História da fotografia I

Nesta primeira aula de História da Fotografia vamos falar sobre o início dos primeiros experimentos e observações naturais que nos fizeram chegar ao que conhecemos como fotografia, desde o processo óptico até os primeiros processos químicos, de contato e de fixação da imagem em papel ou outras superficies. Falamos ainda sobre a fotografia como meio de expressão visual e a leitura de imagens como ‘textos visuais'.





Leia também:
História da fotografia I
História da fotografia II

Técnica fotográfica I
Técnica fotográfica II
Técnica fotográfica III

Infográfico Fotografe fácil
Simulador de câmera fotográfica

quarta-feira, agosto 16, 2017

O que faz o designer gráfico











sexta-feira, março 31, 2017

Sua empresa produz conteúdo ou ainda está no século XX?

Há alguns anos os meios de comunicações estão passando por transformações quando o assunto é distribuição das informações, público e canal de comunicação. Saímos de uma era em que a televisão, o jornal impresso e o rádio eram os principais canais pelos quais as pessoas se informavam.

Hoje não só a Internet com os seus portais, que já caducam como conceito, e sites especializados em determinados assuntos convivem com os meios clássicos que citamos acima, mas dezenas de outras mídias ou ‘caminhos’ que nos levam para conteúdos apareceram.

A facilidade em publicar conteúdo, custo baixo e comunicação de mão dupla foram as principais transformações trazidas pela Internet, o que permitiu a qualquer pessoa publicar conteúdos em vídeo, texto, áudio ou multimídia e, não só pessoas, mas também as empresas podem criar canais de comunicação sobre seus produtos e serviços e chegar diretamente até os consumidores com seus canais proprietários.

Em vez de anunciar um produto na televisão, por exemplo, uma empresa pode criar um canal no YouTube para explicar como o produto funciona, ou para estreitar relações com potenciais consumidores. Os blogs e podcasts também servem como canais de comunicação entre empresas e pessoas, assim como blogs corporativos, de diretores ou revistas afins ao assunto.

Uma empresa fabricante de móveis, por exemplo, pode criar uma revista para falar de assuntos afins ao seu público, atraindo leitores pelo conteúdo e entregando também algum material que ajude a promover seus móveis.

Concentrar esforços nestes conteúdos, que podemos chamar de ‘Owned Media’, ou Media Proprietária, não é mais uma alternativa, mas um caminho sem volta para as empresas, que precisam pensar nisso.

Owned Media pode ser um site, blog, canais sociais, revista digital, podcast, canal no youtube ou outra forma de comunicação da empresa, que geralmente é criado a partir de uma estratégia de comunicação definida e com propósitos claros.

Estamos focando em digital, mas esta revista do exemplo poderia ser também impressa, mas quanto tempo uma revista promocional fica nas mãos de um leitor? Se for daquelas que você encontra em farmácia, em loja de eletrônicos ou em shopping center a vida útil é curta. E se você levar ela para casa, já é uma vitória! E se os conteúdos desta revista estiverem em formato on-line? certamente a vida útil aumenta porque estes conteúdos além de estarem ‘buscáveis’ na Internet, eles ficam vinculados à sua presença on-line, ajudando a empresa de várias formas; seja tirando a dúvida de um cliente sobre determinado produto ou ainda ajudando a definir uma compra.

Os hábitos de compra, assim como o consumo de conteúdo e notícias, também mudaram, mas isto é assunto para outro artigo.

* Texto publicado originalmente no LinkedIn do autor

quarta-feira, março 22, 2017

Como escrever para a Web

Clique para fazer download do livro em pdf
Os trechos abaixo São do Livro: ‘Como escrever para a Web’ – Elementos para a discussão e construção de manuais de redação on-line’. Autor: Guilherme Franco, tradução de Marcelo Soares. (Este e-book foi uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo das Américas, da Universidade do Texas em Austin (Páginas 52 a 56). Clique na capa do livro, abaixo, para baixar grátis o pdf deste livro.


CAPÍTULO 3: Use a pirâmide invertida!
A Internet não apenas resgatou a importância da pirâmide invertida como a melhor estrutura para apresentar textos, como também abriu a possibilidade de que o próprio usuário a construa.

Em março de 2008, Roy Peter Clark, professor do Poynter Institute, centro de pesquisa e formação em jornalismo com sede na Flórida (Estados Unidos), incluiu a pirâmide invertida numa lista de “maravilhas do mundo jornalístico”. A linha que explicava a escolha dizia simplesmente: “Como as pirâmides do Egito, ela passou no teste do tempo”.

Ironicamente, essa distinção vem num momento no qual, em muitas redações do mundo, se diz que a pirâmide invertida ficou fora de moda, sendo substituída por outras técnicas narrativas – uma posição absolutamente polêmica. Em alguns casos, o resultado do uso dessas técnicas narrativas é tão pobre (em essência, dilui a informação), sobretudo no ambiente online, que seria possível falar da transição “da pirâmide invertida à pirâmide pervertida”.

Roy Peter Clark poderia muito bem incluir a pirâmide invertida numa lista de “maravilhas do mundo online/digital”, porque ela atende a todos os pré-requisitos para apresentar conteúdos nesse mundo.

Neste capítulo, acompanharemos a construção de textos, desde os mais simples, estruturados segundo a definição de pirâmide invertida e publicados numa só página da Web, e que são em essência lineares (herança do mundo impresso, mas que se saem muito bem online), até os mais complexos, que tiram proveito do potencial de interligação da Web e permitem uma leitura não linear. Quando nos referimos a ‘simples’ e ‘complexos’, não queremos sugerir que um é melhor que o outro. Fazemos referência apenas ao trabalho que sua elaboração exige do autor/editor. Assim,
apresentaremos o conceito de estratificação da informação.

Clique pra fazer download do llivro 'Como Escrever Para a Web'3.1 Definição de pirâmide invertida
Utilizar a estrutura de pirâmide invertida, na definição tradicional, significa começar o texto com a informação mais importante e depois prosseguir na ordem decrescente de importância.
Nielsen descreve a estrutura de uma forma sutilmente diferente: “Comece o artigo contando a conclusão aos leitores, siga com a mais importante informação de apoio e termine dando contexto. Esse estilo é conhecido como pirâmide invertida pela simples razão de que vira do avesso o estilo tradicional de pirâmide”.

Melvin Mencher, autor do livro clássico de jornalismo ‘News Reporting and Writing’, identifica os seguintes elementos na estrutura da pirâmide invertida:

- A entrada, ou ‘lead’.
- O material que explica e amplia o ‘lead’.
- Parágrafos de contexto.
- Material secundário ou menos importante.

(O termo ‘lead’ vem da palavra inglesa que significa ‘liderar’ ou ‘conduzir’: “É, portanto, o parágrafo inicial que ‘conduz’ tanto o jornalista para desenvolver em seguida a informação, quanto o leitor no conhecimento do fato. Assim se constitui na porta de entrada da notícia”, diz o Manual de Redação do jornal ‘El Tiempo’, da Colômbia. Outros definem essa abertura como a resposta às ‘6 perguntas’ (quem, quê, quando, como, onde e por quê) ou parte delas.

Estrutura da pirâmide invertida


Para marcar o contraste com outras formas de apresentar conteúdos, basta lembrar que os artigos científicos se estruturam de tal forma que as conclusões são a última coisa a ser publicada, depois de itens como a introdução, os objetivos, a justificativa, a metodologia, etc. Da mesma forma, quando um tribunal de Justiça emite uma sentença, a decisão fica para a última página, depois de várias em que se faz o que se chama ‘considerandos’. Quando um desses artigos científicos ou decisões judiciais cai nas mãos de um jornalista, o insumo básico para arrancar a versão jornalística quase sempre está na última página, nas conclusões ou na sentença.

3.2 Justificativa do uso da pirâmide invertida para apresentar conteúdos na Web
Segundo Mencher, a pirâmide invertida permaneceu porque satisfaz as necessidades dos usuários dos meios de comunicação. “Os leitores desejam saber o que aconteceu, assim que a matéria começa a se desenvolver. Se for interessante, prestarão atenção. De outra forma, irão a outro lugar. As pessoas vivem ocupadas demais para parar sem nenhuma recompensa”, diz. Embora Mencher não tenha feito essa afirmação na versão original de seu livro em referência a textos escritos para a Internet, e sim a textos impressos, essa forma de apresentar conteúdos é a que mais se ajusta ao ambiente digital e satisfaz as necessidades dos usuários tanto nas páginas iniciais, resultados de buscas e canais RSS, como em boletins enviados por e-mail.

A origem da pirâmide invertida está ligada à invenção do telégrafo, em 1837, e à preocupação de que a transmissão pudesse ser cortada. Tratava-se de entregar a mensagem o quanto antes. Uma lógica similar funciona na Web: a idéia é que, no instante (menos de um segundo, segundo o EyeTrack III) em que um título captar a atenção do usuário, ele deve ser suficientemente eloquente para dizer de que trata a informação ou matéria (aqui incluímos áudio e vídeo, normalmente apresentados por linhas de texto), para ver se vale a pena lê-la, assisti-la ou ouvi-la ao clicar no link.

“A redação em pirâmide invertida é útil para os jornais porque os leitores podem parar a qualquer momento tendo lido as partes mais importantes do artigo”, dizia Jakob Nielsen no trabalho ‘Pirâmides invertidas no ciberespaço’, ‘Inverted Pyramids in Cyberspace’ (http://www.useit.com/alertbox/9606.html), de 1996. “Na Web, a pirâmide invertida chega a ser até mais importante, já que sabemos por vários estudos que os usuários não rolam a tela, e portanto muito frequentemente eles leem só a parte superior do artigo. Os usuários muito interessados rolarão a tela, e essas poucas almas motivadas encontrarão a base da pirâmide e obterão a matéria completa em todos seus detalhes”, acrescentava.

Em 1997, Nielsen reavaliou essa afirmação no trabalho ‘Mudanças na usabilidade da Web desde 1994’, ‘Changes in Web Usability Since 1994’ (http://www.useit. com/alertbox/9712a.html).
Ali, ele dizia: “Em 1996, eu disse que ‘os usuários não rolam a tela’. Isso estava certo naquele momento: muitos, se não a maioria, dos usuários só olhavam a parte visível da página e raramente faziam ‘scroll’ para abaixo da dobra (primeira tela). A evolução da Web mudou essa conclusão. À medida que os usuários experimentaram mais com páginas que têm rolagem, muitos passaram a fazê-lo. Porém, sempre é bom assegurar-se de que a informação mais importante apareça na primeira tela e evitar as páginas muito longas”.


Abaixo estão alguns links com banco de dados que podem ajudar nas reportagens sobre política/eleições e sobre Cinema:
- Banco de dados de políticos: http://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/
- Transparência Brasil: http://www.transparencia.org.br/

- Mostra Internacional de Cinema: http://www.mostra.org/
- The Internet Movie Database: http://www.imdb.com/

EXERCÍCIO 1:
Utilize essas fontes de pesquisa e desenvolva um texto sobre as Eleições 2010 (utilizando os bancos de dados disponíveis acima) e outro sobre a Mostra Internacional de Cinema de 2010.

- A matéria de política deverá ser sobre o segundo turno das eleições (para presidente ou governador)

 - A matéria sobre a Mostra Internacional de Cinema deverá ser 'uma  prévia', ou seja, uma matéria que antecede o evento. Vamos falar dos destaques deste ano e do que foi destaque na Mostra de 2009.

* Desenvolva título, lead e mais um parágrafo sobre cada um dos dois assuntos.


EXERCÍCIO 2:
- A partir da tabela abaixo desenvolva um título, lead e encontre uma sugestão de entrevistado para sua matéria.

Tabela 2: - População de 65 anos e mais, Proporção de Idosos e Índice de Idosos, para o
Brasil e Regiões selecionadas do Mundo - 1950-2050



Brasil
e Regiões selecionadas do Mundo

1950

1975

2000

2025

2050

População de 65 anos e mais (em mil)

Brasil

1.604

4.247

8.709

21.919

42.243

Países
menos desenvolvidos (*)

66.644

118.027

248.221

561.749

1.163.054

Países
mais desenvolvidos(*)

64.202

116.029

171.069

253.912

299.249

América
Latina e Caribe

6.178

14.061

28.080

67.472

135.666

Sudeste
Asiático

6.735

10.691

24.371

58.100

177.542

Europa
Ocidental

14.373

23.513

29.151

41.749

46.918

Proporção de Idosos

Brasil

3.0

3.9

5.1

10.1

17.8

Países
menos desenvolvidos(*)

3,9

3,9

5,1

8,5

15,0

Países
mais desenvolvidos(*)

7,9

10,7

14,4

20,9

25,9

América
Latina e Caribe

3,7

4,4

5,4

9,7

16,8

Sudeste
Asiático

3,7

3,3

4,7

8,5

22,6

Europa
Ocidental

10,2

13,9

15,9

22,7

27,5

Índice de Idosos

Brasil

7,2

9,7

18,1

46,8

92,9

América
Latina e Caribe

9,2

10,6

17,2

41,1

83,7

Países
menos desenvolvidos(*)

10,3

9,4

15,7

34,1

73,9

Países
mais desenvolvidos(*)

28,9

44,2

79,1

133,1

169,3

Sudeste
Asiático

9,4

7,7

15,0

37,0

115,3

Europa
Ocidental

43,8

61,0

93,5

152,3

185,8

Dados básicos de: United Nations (1999)(*) Ver nota explicativa anterior
1, 2. 3


EXERCÍCIO 3:
Atividade relativa a aula sobre Jornalismo de Dados na disciplina Produção em Mídia Digital.
Faça um Título, um Lead e procure na Internet dados de contato de um possível especialista para ser entrevistada para sua matéria sobre 'Distribuição etária da população por sexo no Brasil (2000 - 2035)'.

Para fazer esta atividade, leia o texto acima sobre 'Como escrever para a web', e sobre definição e estrutura da pirâmide Invertida, e faça a leitura dos dados contidos no gráfico abaixo.

- Título
- Lead
-------------
- Dados de contato e mini-currículo de possível Especialista para ser entrevistado.
- Nos diga também como você comprovaria a veracidade deste gráfico, e qual é a fonte destes dados.



Distribuição etária da população por sexo - Brasil  2000 - 2035



















EXERCÍCIO 4:

- A partir da tabela abaixo desenvolva um lead, título e sugestão de entrevistado para sua matéria.

Tabela A2 - Países mais populosos em 2000 - Índice de Idosos - 1950-2050



Países
Índice de Idosos
1950
1960
1970
1980
1990
2000
2010
2020
2030
2040
2050
Espanha *
26,9
29,9
35,0
40,2
71,3
117,0
138,5
174,3
239,0
293,1
311,4
Itália *
31,4
37,6
44,3
59,0
96,6
127,5
162,2
208,1
250,5
288,1
290,8
Japão *
13,9
19,0
29,4
38,4
65,1
115,2
145,5
187,8
202,9
216,3
229,6
Alemanha * 
41,9
54,1
59,0
84,4
93,0
105,5
149,5
165,8
194,1
218,5
212,1
Ucrânia
27,9
29,3
36,6
55,8
56,6
79,6
106,3
117,3
150,2
168,3
195,9
Federação Russa
21,4
21,0
28,9
47,2
43,7
68,9
82,2
98,0
136,1
146,4
174,5
Polônia
17,8
17,2
30,6
41,7
40,0
61,8
76,9
103,5
135,5
143,1
167,6
Coréia 
7,3
7,9
7,8
11,2
19,4
31,3
46,9
69,1
108,4
139,9
154,3
Reino Unido * 
48,0
50,2
53,3
72,1
82,1
85,2
102,3
119,5
138,3
156,0
154,1
França * 
50,1
44,1
51,8
62,7
69,1
85,2
95,3
116,6
136,7
152,7
152,6
Canadá * 
25,9
22,4
26,0
41,4
54,1
67,4
86,3
108,6
133,2
142,0
140,0
China
13,4
12,4
10,8
13,4
20,1
27,6
39,8
60,2
90,4
130,2
138,5
Tailândia
7,1
6,1
6,5
8,8
13,6
23,1
34,5
51,0
81,6
116,5
137,4
Est. Unidos * 
30,6
29,8
34,7
49,7
56,5
58,3
69,1
90,5
115,7
124,9
127,1
Myanmar
8,6
8,3
9,0
10,1
11,4
17,3
22,4
30,5
50,4
75,6
96,9
Turquia
8,6
8,6
10,7
12,0
12,2
20,6
25,6
36,7
53,8
74,2
96,7
México
10,6
10,2
9,2
8,4
10,3
14,2
20,8
32,1
49,3
74,2
96,6
Argentina
13,8
18,0
23,7
26,6
29,2
35,0
39,6
49,5
60,4
71,8
90,4
Vietnã
11,4
10,9
9,8
11,3
12,4
16,0
20,1
25,5
43,8
68,3
88,0
Brasil
7,2
7,6
8,7
10,9
12,4
17,7
24,8
36,5
54,8
70,2
86,2
Indonésia
10,1
8,3
7,2
8,2
10,8
15,4
22,3
30,3
44,7
65,3
83,0
Colômbia
7,4
6,7
7,4
9,3
11,9
14,4
19,0
29,6
46,4
64,9
80,2
Irã
13,7
9,3
7,5
7,4
7,8
12,1
16,8
21,3
34,6
54,6
80,2
Índia
8,6
8,6
9,0
10,5
11,9
14,9
20,7
30,4
43,4
60,3
77,3
Argélia
10,9
8,8
8,6
8,4
8,5
10,3
12,0
20,2
34,0
49,2
72,1
Egito
7,5
7,7
10,4
10,1
9,6
11,6
15,3
25,4
37,5
51,0
71,8
Filipinas
8,2
6,8
5,9
6,7
8,6
9,9
13,5
22,9
35,7
49,4
70,7
Bangladesh
9,6
9,1
7,7
7,5
7,1
9,1
12,1
19,1
29,2
43,3
69,0
Paquistão
14,1
9,5
6,8
6,5
6,8
7,6
9,4
14,0
24,6
36,5
49,3
Quênia
9,9
9,0
8,2
6,7
6,1
6,9
6,7
8,5
14,3
23,3
43,2
África do Sul
9,3
9,4
9,3
8,5
8,8
10,2
11,6
15,1
20,8
28,0
40,2
Nigéria
5,2
5,6
5,5
5,7
6,1
7,1
8,2
9,1
12,5
20,7
31,8
Tanzânia
4,8
5,0
5,1
4,9
5,4
5,7
6,1
6,8
9,4
16,5
26,8
Congo
8,7
6,6
6,3
6,1
6,1
5,8
6,1
6,6
8,3
12,9
21,7
Etiópia
6,8
5,7
5,6
6,6
6,5
6,2
6,1
6,6
8,4
12,8
21,2



Fonte: United Nations, 1999
* Países desenvolvidos mais ricos.
EXRECÍCIO 5
Planilha com dados nacionais (Google Docs)
- Todas as tabelas da amostra do Censo (IBGE)
- O trecho abaixo foi retirado do texto da coluna 'Afinal de Contas', de Marcelo Soares, publicado na Folha de S. Paulo que utiliza bancos de dados on-line para encontrar pautas e desenvolver matérias.
Em quinze Estados do Brasil, a situação é mais comum do que a de casar só em cartório ou só na igreja. Em cinco Estados (Amapá, Roraima, Pará, Amazonas e Acre), é mais comum viver junto do que qualquer outra formalização do casório. O campeão é o Amapá, onde 63% dos ouvidos pelo Censo disseram viver bem assim.

O Estado mais conservador? Minas Gerais. Lá, 58% dos ouvidos casaram de papel passado e bênção do padre, tudo como manda a tradição.

Este é o mapa devidamente colorido, do amarelo (25% a 35% em união consensual) ao marrom (mais de 55% em união consensual):






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(EXTRA) Livro: Guia de Estilo Web (Página 198 - Tipo de leitores)