• O que há por aqui

    Neste site você encontra assuntos relacionados a Comunicação Social. Além de textos sobre o contexto digital, portfólio de trabalhos realizados e entrevistas concedidas, neste espaço também estão publicados resumos, aulas, vídeos, tutoriais e apresentações para turmas de Pós-Graduação e Graduação em Jornalismo, Publicidade.

  • Rádio Universitária

    Rádio UNINOVE é um projeto da disciplina de Práticas de WebJornalismo, desenvolvido pelo Prof. Me. Eduardo Natário. O objetivo deste veículo é, além de estudar o assunto Podcast e Rádio Web, publicar os conteúdos produzidos pelos alunos do 4º semestre de jornalismo. Para ouvir a programação da Rádio basta entrar no site www.radiouninove.com , ou por aqui aperando > PLAY ou PAUSE

  • Práticas de Webjornalismo

    Esta seção foi criada exclusivamente para a publicação dos conteúdos das aulas de Práticas de WebJornalismo. Esta disciplina, oferecida para os alunos do 4 semestre de Jornalismo, tem como objetivo preparar o estudante de comunicação para o novo cenário do Jornalismo Multimídia. As postagens estão relacionadas a produção de vídeo, podcast, aprimoramento de técnicas de fotografia, jornalismo investigativo on-line, e sobre o atual contexto de interações mediadas pelas redes digitais.

  • Produção Jornalística

    As postagens identificadas como ‘Produção Jornalística’ trazem conteúdos relacionados a execução prática de um produto criado para Internet. No conteúdo desta disciplina estão textos e tutoriais que permitem a criação de um site, sob plataforma web 2.0, com webpublisher, organização e gerenciamento de conteúdos, desenvolvimento de layout, wireframe, mapa de navegação e todos os demais requisitos para a criação de um produto web profissional.

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terça-feira, setembro 30, 2014

Produção de Podcast

Práticas de Webjornalismo: Podcast 1 
1. Crie um grupo de 4 pessoas

2. Pegue um tema (o tema será sorteado em aula)

3. Cada grupo terá 4 minutos (máximo) para a gravação deste primeiro Podcast.

4. Faça download do documento para a produção do podcast pelo grupo e guarde com você, pois o professor terá outra cópia com ele para a avaliação.

Este documento é uma ficha em que deve conter: Tema, campus, período, data de gravação, nome dos integrantes e RA. Na parte de baixo desta ficha existe um espaço para colocar o direcionamento do tema, ou seja, o que dentro do tema selecionado será abordado. Esse direcionamento deve ser desenvolvido pelo grupo em aula e aprovado pelo professor. No tema 'Teatro', por exemplo, o grupo pode escolher falar sobre 'Teatro itinerante' ou 'Teatro alternativo'.

5. Na próxima aula (data indicada pelo professor) será sorteada a ordem e o dia de gravação dos grupos. (Todos os grupos devem vir preparados para gravar).

6. Este conteúdo gravado deve ser editado com uma trilha sonora de fundo. Para editar você pode usar o software gratuito Audacity.

7. Salve o arquivo com o nome do assunto do seu Podcast.

8. Insira uma música de fundo (bg - background), que pode ser uma 'trilha branca' ou uma música que ilustre bem seu Podcast. Você pode utilizar músicas Royalty-Free nos sites Free Play Music, Incompetech, Mp3 Olimp ou Trilhas a la Carte. Os sites Conexão MP3, The Music Bed (conteúdo pago) e Jamendo também são excelentes opções para trilhas sonoras.

9. Use uma música de fundo para o Podcast, sendo que nos 5 segundos iniciais e finais da gravação a música deve estar no volume normal. Quando as pessoas começarem a falar, abaixe o volume da trilha de fundo para cerca de 30%. Não deixe o som de fundo atrapalhar a compreensão do que está sendo falado.

10. Dentro do software de inserção de metatags (Stamp ID3 Tag Editor), ou a partir do site Watwermark Online Tag Editor, siga o seguinte padrão para compor as metatags seu arquivo MP3:

Título: (Coloque neste espaço indicado o assunto do seu podcast);
Álbum: Radio UNINOVE
Artista: Coloque aqui o nome dos autores, separados por vírgula - Ps. Não é necessário colocar RA
Gênero:  (Podcast ou Vocal)
Comentário: (Caso o software não permita vários nomes na seção 'Artista', coloque aqui o nome dos autores, separados por vírgula - Ps. Não é necessário colocar RA)
Imagem: (Selecione a imagem de cor laranja, abaixo, com a identificação 'Podcast')

* Observação1: Arquivos em .wave não suportam imagem com metatag, portanto exporte o arquivo do Audacity no formato .mp3.
* Observação 2: O software Audacity necessita de uma extensão .dll para poder exportar em .mp3. Você encontra esta dll no link desta sentença. Quando você for exportar o arquivo .mp3 no Audacity, ele deve pedir por este arquivo chamado lame_enc.dll. Você deve baixá-lo e selecioná-lo para que você possa exportar o arquivo em mp3, e posteriormente inserir as metatags no programa Stamp ID3 Tag Editor, ou a partir do site Watwermark Online Tag Editor.


Podcast 1 - Grupo de 4 pessoas - : Temas
Use esta imagem abaixo como padrão de identificação (id3) do seu Podcast.
* Todos os assuntos dos Podcasts abaixo deverão usar a mesma imagem alaranjada (abaixo)


- Cinema
- Cultura popular
- Educação
- Eventos de São Paulo
- Música
- Soluções para São Paulo
- Teatro
- Tecnologia
- Televisão
- Turismo
- Literatura




Abaixo estão outras imagens que servem como imagem de identificação (id3) para os demais programas, que serão desenvolvidos pelas disciplinas de Rádio Jornalismo e Produção Jornalística - Rádio.







segunda-feira, setembro 22, 2014

O que é CMS - Content Management System

Nesse vídeo você vai saber o que é um Gerenciador de Conteúdo para sites e blogs e quais as ferramentas de web 2.0 mais comuns para se construir e gerenciar páginas on-line.

Content Management System - CMS são muito comuns, facilitam a vida de quem constrói websites, e permite que qualquer pessoa com pouco conhecimento em web seja um produtor de conteúdo.



segunda-feira, setembro 15, 2014

A internet das coisas, web 3.0 e semântica

Sobre a A Web 2.0 (Resumo) 
É uma evolução da web 1.0 - Participação, colaboração, páginas dinâmicas - Conteúdo gerado e organizado pelo usuário - Ajax: XML, Feed RSS, Java Script - Surgem os weblogs, web publishers - Widgets, wikidocumentos - Aplicativos estão na nuvem, não no computador - Surgem as redes sociais, todos podem ser editores




  John Markoff Sobre a Web 3.0 (resumo)
- As aplicações são pequenos módulos que trabalham integrados
- Os dados estão na nuvem
- As aplicações funcionam em qualquer equipamento (PC ou celular)
- As aplicações são rápidas e personalizáveis
- São distribuídas viralmente (redes sociais)
- Você não vai até uma loja e compra uma aplicação, você compra direto no gadget
- Fáceis de usar, resolvem vários problemas

O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, em artigo do New York Times e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual.




A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet.
A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Facebook, twitter etc.

A evolução das gerações web 1.0, 2.0 e 3.0

A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet. Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.

Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O conceito de ”rede semântica”, proposto pelo inglês Tim Berners-Lee.


Azul: web 1.0, Amarelo: Web 2.0, Verde: Web 3.0


Exemplos de dispositivos (gadgets) que podem ter Internet

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 - Web semântica / Transmídia
- Previsões apontam para que ela se firme em cerca de 5 a 10 anos
- Convergência de várias tecnologias
- Sinergia de banda larga, acesso móvel à internet - Tudo isso junto de maneira inteligente
- A WWW passa a ser ‘World Wide Database’ (base de dados mundial)
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WEB 3.0 para Eric Schmidt, CEO da Google
Questionado sobre o que seria a web 3.0, Schmidt brincou no início, falando que a web 2.0, considerada a geração atual da internet, era apenas um termo marqueteiro. Mas logo a definiu como a que tem a sua arquitetura baseada em Ajax. (As declarações foram feitas durante o Seoul Digital Fórum, que aconteceu em agosto de 2007).

A web 3.0, na visão do CEO da Google, será sustentada por aplicações multiplataforma. “A próxima geração será formada por aplicações que conversem entre si. Serão relativamente pequenas e rodarão em qualquer dispositivo, tanto PCs quanto telefones móveis”, afirmou.


Schmidt disse ainda que os dados serão concentrados nas máquinas dos internautas, tornando a troca de informações mais ágil. “As aplicações serão personalizáveis e distribuídas de forma viral, por meio de redes sociais e e-mails”, disse. "Será uma era muito longa e bem diferente do que foi a do mainframe ou a dos microcomputadores". Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/082007/08082007-6.shl



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Exemplo de equipamentos integrados que permitem o funcionamento
da terceira geração da web

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Gadgets que podem utilizar conexões de internet.

O sensor Nike+, inserido no tênis do corredor, capta os dados da corrida, se conecta ao celular
(que tem conexão com a internet), recebe o feedback da 'treinadora virtual' que manda instruções junto à musica a partir do fone de ouvido, que se conecta ao facebook (web).








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Tela das redes  sociais Facebook (esquerda) e Nike+ (direita) ilustrando a integração: sensor, app, celular, redes sociais, com a intervenção dos contatos do facebook 'curtindo' uma postagem e participando virtualmente da corrida, em um sistema colaborativo Web 3.0 

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Web semântica
A Web semântica é uma extensão da Web atual, que permitirá aos computadores e humanos trabalharem em cooperação. A Web semântica interliga significados de palavras e, neste âmbito, tem como finalidade conseguir atribuir um significado (sentido) aos conteúdos publicados na Internet de modo que seja perceptível tanto pelo humano como pelo computador.


A idéia da Web Semântica surgiu em 2001, quando Tim Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila publicaram um artigo na revista Scientific American, intitulado: “Web Semântica: um novo formato de conteúdo para a Web que tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas possibilidades.”

O objetivo principal da Web semântica não é, pelo menos para já, treinar as máquinas para que se comportem como pessoas, mas sim desenvolver tecnologias e linguagens que tornem a informação legível para as máquinas. A finalidade passa pelo desenvolvimento de um modelo tecnológico que permita a partilha global de conhecimento assistido por máquinas (W3C 2001). A integração das linguagens ou tecnologias eXtensible Markup Language (XML), Resource Description Framework (RDF), arquiteturas de meta-dados, ontologias, agentes computacionais, entre outras, favorecerá o aparecimento de serviços Web que garantam a interoperabilidade e cooperação.

Ultimamente tem-se associado Web Semântica a Web 3.0, como um próximo movimento da Internet depois da Web 2.0 que já inicia seu crescimento.

Leia mais sobre Web Semântica na Wikipedia
- Leia mais sobre Web 3.0 no Howstuffworks
- Leia mais sobre a importância da Web 3.0 no cmswire (em inglês)









sexta-feira, setembro 05, 2014

Web 2.0: A Internet de hoje

WEB 2.0

- A web participativa.
- Arquitetura baseada em Ajax.
- Sites de colaboração (Wikipedia, Blogs (Blogger, Wordpress), Microblogs (twitter), Youtube, RSS, bookmarking (Delicious), Podcasts (Gengibre), Videocast (ustream, qik), sites de relacionamento pessoal como facebook, Orkut, MySpace.
- Surgem serviços especializados em compartilhamento de informações e arquivos como: Slideshare (apresentações e slides), FlickR e Picasa (fotos), Rapidshare (arquivos em geral).




O termo Web 2.0 aqui segue os princípios de Tim O'Reilly, precursor do uso do termo em seu artigo de conceitualização.

Todas as possibilidades de interação e participação sempre fizeram parte da internet e web, no entanto a união das várias tecnologias pelo Ajax permitiu esse paradigma na web. (O Ajax tornou as páginas Web mais interativas, dinâmicas e criativas com o usuário. O Ajax usa várias tecnologias e padrões já conhecidos trabalhando juntos).

Tim O'Reilly
O termo Web 2.0 foi usado pela primeira vez em Outubro de 2004 pela O'Reilly Media e pela MediaLive International como nome de uma série de conferências sobre o tema.  (Tim O'Reilly é o fundador da O'Reilly Media http://oreilly.com )



Tim define que: "Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva".



Web 2.0: Termo que se refere à segunda geração da World Wide Web (rede mundial de computadores ou internet), reforçando o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. O objetivo é que o ambiente virtual se torne mais dinâmico, contando com a colaboração dos usuários para a organização do conteúdo. Um exemplo é a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas, sendo depois conferidas por um grupo de pessoas que trabalha para o aperfeiçoamento dessa enciclopédia virtual.

- É a 2º geração de comunidades baseadas na web e hospedagem de serviços que visam facilitar a criatividade , colaboração e compartilhamento de informações entre os usuários.
 - Usuários compartilham vídeos ao invés das companhias ditarem quais vídeos as pessoas devem assistir - Conteúdo gerado pelo usuário
- Conteúdo do usuário monitorado

WEB 1.0
WEB 2.0
- Arquitetura baseada em HTML
- Arquitetura Ajax, XML, Java, CSS
- As tags de serviam principalmente para estilo: definir fontes, negrito, itálico e hiperlinks
- As tags são ‘inteligentes’ e permitem a integração de conteúdos entre diferentes aplicativos web.
- Hiperlinks e Hiperdocumentos
- Widgets e WikiDocumentos
- Páginas estáticas
- Páginas dinâmicas
- Conteúdo produzido principalmente pelos grandes portais
- Conteúdo produzido pelos usuários: Blogs, Wikis, comments, bookmarking



Fishing e Push
Fishing (pescaria) e Push (empurrar) são expressões que usamos para definir as duas principais formas de acesso aos dados publicados na Internet. 

O que é Fishing?
Algo acessado através da técnica de Fishing significa que o usuário ‘foi buscar’ (foi pescar) este conteúdo ou página na web. Ao acessar uma página web que você buscou no Google, ou chegou até ela clicando em um link que apontava para ela em outro site, significa dizer que você chegou a esta página pelo método de 'pescaria', ou fishing (pescando a página na web, indo até ela, buscando a página).

O que é Push?
Dizer que um conteúdo que chega por Push, significa que esta informação chegou ao usuário por assinatura (assinatura de conteúdo). É um sistema de distribuição de conteúdo da Internet em que a informação vai até o usuário sem que ele precise acessar determinado site para buscar tal conteúdo.

Um usuário pode assinar vários tópicos de informação de um provedor de conteúdo e, a cada vez que uma nova atualização é gerada pelo servidor, essa atualização é "empurrada" para o computador do usuário, daí o nome ("push", em inglês, significa "empurrar"). Feeds de RSS Atom e Google Reader são alguns exemplos desta tecnologia.



segunda-feira, agosto 25, 2014

Pré-Internet, Online, Internet, Web 1.0

PRÉ-INTERNET - ARPANet, acrônimo em inglês de Advanced Research Projects Agency Network (Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançadas) do Departamento de Defesa dos EUA, foi a primeira rede operacional de computadores à base de comutação de pacotes, e o precursor da Internet.

A 'ARPANet, embrião da Internet, foi uma das primeiras redes da história da Internet atual. Desenvolvida pela agência Americana ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, tinha o objetivo de interligar as bases militares e os departamentos de pesquisa do governo americano, com o objetivo de obter novamente a liderança tecnológica perdida para os soviéticos durante a guerra fria. (leia mais sobre a ARPANet na Wikipédia)


Este sistema garantia a integridade da informação caso uma das conexões da rede sofresse um ataque inimigo, pois o tráfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexões.
O curioso é que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido à dificuldade dos Estados Unidos de derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.


Tela do cliente de e-mail 'Pine', visual da Internet antes da era web


Online 1.0 - CompuServe, Prodigy, AOL e BBS (Bulletin Board System: redes locais. Ex. Mandic BBS – Cidade de São Paulo)

O período que chamamos de 'Online', decada de 80, também pode ser identificado 'como a era BBS'

Nos EUA, CompuServe, Prodigy, e AOL eram as principais empresas de serviços de comunicação digital. (A assinatura de noticias dos jornais digitalizados era o principal diferencial, pouco depois também ofereceram acesso e-mail)

• Existiam também as BBS (Bulletin Board System) locais, mas inicialmente nada de www ou web, pois o foco estava nos conteúdos exclusivos dessas redes proprietárias e suas interfaces exclusivas.

• No Brasil a principal BBS foi paulistana Mandic.



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Quadro de informações.
Exemplo de ilustração do que seria
o avô das home page

INTERNET
- Internet se refere à internet global e pública, disponibilizada pelo protocolo de Internet;
A Internet no Brasil começou pelas universidades, no início da década de 90;
- E-mail (Correio eletrônico), FTP (File Transport Protocol), IRC (Internet Relay Chat); NewsGroup (Grupos de discussão)
- Gopher (Indexador de repositório de informação, é o tataravô do Google); Telnet (protocolo cliente-servidor que permite a comunicação entre computadores em rede).



- Usenet, painel de discussão (NewsGroup) pioneiro na internet, em 2009 completa 30 anos. Atualmente existem os fóruns de discussão com interface web, que equivalem aos NewsGroup existentes na internet. Neste exemplo ao lado ainda não existiam plataformas ou interfaces gráficas navegáveis para utilizar os Grupos. Depois surgiram clientes de web 1.0 para 'baixar' o conteúdos dos NewsGroups. Estes softwares eram muito parecidos com softwares de e-mail.



Telas do Browser Netscape Navigator
WEB 1.0 - WWW= World Wide Web (world = mundo;  wide = amplo;  web = teia)

- Arquitetura baseada em HTML
Hypertext Markup Language (Linguagem de Marcação de Hipertexto)

- Tim Berners-Lee criou o HTML original (e outros protocolos associados como o HTTP), em uma estação NeXTcube (computador da empresa criada por Steve Jobs.)

- Enquanto as redes CompuServe, Prodigy, AOL e BBS locais eram redes fechadas apenas para assinantes, o www era uma interface de hiperdocumentos livre e de acesso gratuito.

- A World Wide Web (que em português significa, "Rede de alcance mundial"; também conhecida como Web e WWW) é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na Internet. Um dos principais componentes do hipertexto é o hiperlink, ou link. (São referências a outras partes deste documento ou a outro documento).

- Nesse contexto de páginas, sites, portais e ‘ambientes navegáveis’ através dos hiperlinks com ambiente agradável de documentos interligados, surgem também conteúdos multimídia, como fotos, vídeos (Realplayer), gifs  animados, conteúdo em áudio.

Tim Berners-Lee, o criador da web
Na WEB 1.0 predomina conteúdo produzido pelas empresas e portais de internet, que segue os moldes da comunicação tradicional UM > TODOS (jornal impresso, TV e rádio), co-existindo com o e-mail, mensageiro instantâneo e chat que seguem o modelo UM > UM.

Sir Timothy John Berners-Lee (Nasceu na Inglaterra, Londres, em 8 de junho de 1955) é o inventor do World Wide Web e diretor do World Wide Web Consortium, que supervisiona o seu desenvolvimento

O NeXT Computer, usado pelo cientista britânico Tim Berners-Lee sendo o primeiro servidor de páginas HTML (páginas web)







Recentemente, Tim Berners-Lee foi considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, segundo o levantamento "Top100 Living Geniuses", da consultoria Creators Synectics.







Exemplo de páginas web: Hipertextos com interface navegável, hiperlinks e imagens (web 1.0)