• O que há por aqui

    Neste site você encontra assuntos relacionados a Comunicação Social. Além de textos sobre o contexto digital, portfólio de trabalhos realizados e entrevistas concedidas, neste espaço também estão publicados resumos, aulas, vídeos, tutoriais e apresentações para turmas de Pós-Graduação e Graduação em Jornalismo, Publicidade.

  • Rádio Universitária

    Rádio UNINOVE é um projeto da disciplina de Práticas de WebJornalismo, desenvolvido pelo Prof. Me. Eduardo Natário. O objetivo deste veículo é, além de estudar o assunto Podcast e Rádio Web, publicar os conteúdos produzidos pelos alunos do 4º semestre de jornalismo. Para ouvir a programação da Rádio basta entrar no site www.radiouninove.com , ou por aqui aperando > PLAY ou PAUSE

  • Práticas de Webjornalismo

    Esta seção foi criada exclusivamente para a publicação dos conteúdos das aulas de Práticas de WebJornalismo. Esta disciplina, oferecida para os alunos do 4 semestre de Jornalismo, tem como objetivo preparar o estudante de comunicação para o novo cenário do Jornalismo Multimídia. As postagens estão relacionadas a produção de vídeo, podcast, aprimoramento de técnicas de fotografia, jornalismo investigativo on-line, e sobre o atual contexto de interações mediadas pelas redes digitais.

  • Produção Jornalística

    As postagens identificadas como ‘Produção Jornalística’ trazem conteúdos relacionados a execução prática de um produto criado para Internet. No conteúdo desta disciplina estão textos e tutoriais que permitem a criação de um site, sob plataforma web 2.0, com webpublisher, organização e gerenciamento de conteúdos, desenvolvimento de layout, wireframe, mapa de navegação e todos os demais requisitos para a criação de um produto web profissional.

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sábado, junho 14, 2014

Aulas 1 e 2 de Marketing de Relacionamento

Aqui estão os slides das aulas 1 e 2 de Marketing de Relacionamento.

Na primeira aula falamos sobre os conceitos centrais de Marketing, das origens, do surgimento do conceito moderno de Marketing, Maslow, dos 4Ps e trouxemos alguns livros clássicos sobre o assunto, assim como os autores fundamentais para a disciplina, como Philip Kotler e outros.

Na aula 2 entramos no assunto e falamos sobre as primeiras idéias de Marketing de Relacionamento; sobre as ferramentas; os sistemas On-line e Off-line; CRM; DBM; One-to-One; PRM; Cases.

Pegue aqui os Slides da aula 1 sobre 'Marketing'.
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Pegue aqui os Slides da aula 2 sobre 'Introdução ao Marketing de Relacionamento'.
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quarta-feira, maio 28, 2014

Textos de apoio para Novas Tecnologias em Mídia



segunda-feira, abril 28, 2014

Passagem e edição de vídeo on-line

Vamos produzir uma matéria sobre tecnologia, com passagem e off.

Será uma reportagem sobre algum tema relacionado a novas tecnologias, como lançamento de algum software (Windows 8, por exemplo), algum aplicativo de celular, ou algo inovador que envolva gadgets.

O trabalho é individual e será gravado em sala de aula, com o uso de microfone direcional pelo repórter. Depois faremos uma edição, colocando as vinhetas e off na matéria, como na ilustração abaixo.

Instruções:

- Vamos redigir um texto de 41 segundos, que inclua passagem e off (com imagens que ajude a ilustrar o texto para esta matéria). *

* Neste primeiro semestre de 2014 não precisaremos de imagens para ilustrar o off.

- Este texto deve ser produzido a partir de uma matéria de tecnologia de algum veículo impresso ou on-line.

- Use a lauda de textos para audiovisual disponível neste link.
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- Escreva e lembre que você irá ler este texto para a câmera. Fale fácil, pausadamente e treine algumas vezes falando o texto que escreveu para cronometrar o tempo.

- Lembre também que a partir de determinado momento (depois de 30 segundos do início da passagem) a sua imagem não estará mais em quadro, e o que será exibido serão as imagens que ilustrarão que você está falando.

- O site da revista Info (Info no Ar) mostra alguns bons exemplos de vídeos curtos com notícias de tecnologias para se basear. Nosso vídeo utilizará microfone de mão, por que não estaremos em estúdio.

- Os sites de tecnologia dos Portais Terra, UOL, IG e G1 podem ajudar na escolha da reportagem para você adaptar e criar a sua reportagem em vídeo. Já as imagens ilustrativas (que devem aparecer após a sua passagem e apenas com a sua voz de off) você pode pegar dos sites oficiais ou no Google Images.


No total teremos um vídeo de 1 minuto e 15 segundos com: 

> Vinheta de abertura (23 segundos)
> Passagem (Gravaremos no dia, com laboratório de informática ao fundo)
> Off (Pegaremos as imagens nos sites afins aos assuntos ou no Google images)
> Vinheta de encerramento (11 segundos)


Timeline ilustrando a minutagem da reportagem, off e vinhetas
Timeline ilustrando a minutagem da reportagem, off e vinhetas 


Abaixo estão as vinhetas de abertura e encerramento da reportagem:


Vinheta de abertura





 Vinheta de encerramento




Editando o Vídeo

- Para editar o vídeo vamos usar o conhecimento do Crowdsourcing.

1. Baixe estes vídeos acima, que estão no YouTube, usando algum software gratuito que faça isso (procure um software que faça isso usando o Google, ou use o KeepVid).

2. Salve os dois vídeos e coloque eles na mesma pasta em que está o vídeo da reportagem que você gravou na sala de aula.

3. Veja se o tipo do arquivo .MOV, que foi criado na gravação, é compatível com o Movie Maker. Caso não seja, encontre (através do Google) um programa gratuito que faça essa conversão.

4. Converta o clipe da reportagem.

5. Encontre no YouTube alguns tutoriais que mostrem como editar vídeos no Movie Maker.(Você pode optar por editar o vídeo no software PhotoStage. Esse editor é uma versão portátil do editor, portanto não precisa ser instalado no computador). Outra dica é usar o Editor de vídeo Online WeVideo

6. Edite o vídeo, seguindo os passos demonstrados acima, e salve em um DVD ou Pendrive.

7. Traga na próxima aula esse vídeo editado para avaliação do professor.



sexta-feira, abril 25, 2014

A linguagem do Cinema e Jornada do Herói

A Jornada do Herói Mitológico 
Muitos consideram que um dos mais importantes livros do século XX foi “O Herói de Mil Faces”, de Joseph Campbell. Paralelamente às teorias de Carl Jung sobre os arquétipos e o inconsciente coletivo, Campbell trabalha a noção de que as histórias (todas elas) estão ligadas por um fio condutor comum. Assim, desde os mitos antigos, passando pelas fábulas e os contos de fadas até os mais recentes estouros de bilheteria do cinema americano, a humanidade vem contando e recontando sempre as mesmas histórias.

Esta “história oculta” dentro de outras histórias é chamada por Campbell de “A Jornada do Herói Mitológico”, e tem servido de base e orientação para profissionais que estudam e se dedicam às diversas formas do “storytelling” (o contar histórias), desde psicólogos, escritores e contadores de histórias, dramaturgos, roteiristas e críticos de cinema.

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Segundo Campbell, seria possível estruturar qualquer história a partir do roteiro básico da “Jornada do Herói”, e vice-versa, ou seja, é possível “desmontar” as histórias, identificando nelas os passos que constituem a “Jornada”.
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Partindo dos conceitos de Campbell, Chistopher Vogler estruturou um esquema semelhante à “jornada do herói”, só que mais adequado às narrativas contemporâneas (cinema, TV etc.). Em seu livro “A Jornada do Escritor”, ele indica os seguintes passos para a criação de uma história que siga a estrutura da “jornada” de Campbell:

Etapa da jornada do herói, seguindo o roteiro de Christopher Vogler:
1. O MUNDO COMUM
2. CHAMADO À AVENTURA
3. RECUSA DO CHAMADO
4. ENCONTRO COM O MENTOR
5. TRAVESSIA DO PRIMEIRO LIMIAR
6. TESTES, ALIADOS E INIMIGOS
7. APROXIMAÇÃO DA CAVERNA OCULTA
8. A PROVAÇÃO SUPREMA
9. RECOMPENSA
10. CAMINHO DE VOLTA
11. RESSURREIÇÃO
12. RETORNO COM O ELIXIR

Em resumo:
1. O Herói é apresentado no mundo comum, onde recebe um chamado à aventura.
2. Primeiro recusa o chamado, mas num encontro com o mentor é encorajado a fazer a travessia do primeiro limiar e entrar no mundo especial, onde encontra testes, inimigos e aliados.
3. Na aproximação da caverna oculta, cruza um segundo limiar onde enfrenta a provação suprema.
4. Ganha sua recompensa e é perseguido no caminho de volta ao mundo comum.
5. Cruza então o terceiro limiar, experimenta uma ressurreição e é transformado pela experiência.
6. Chega então o momento do retorno com o elixir, a benção ou o tesouro que beneficia o mundo comum.

- Leia o texto completo sobre a Jornada do herói (texto de Christopher Vogler, a partir de Joseph Campbell) e aqui o artigo de Albert Paul Dahoui sobre o assunto.


CAMPBELL, Joseph. O Herói de Mil Faces. São Paulo, Editora Cultrix/Pensamento, 1995.
VOGLER, Christopher. A Jornada do Escritor. Rio de Janeiro, Ampersand Editora, 1997.

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Cinema europeu x cinema de hollywood
Uma das melhores definições sobre a diferença entre um filme europeu e um filme americano foi feita pelo mestre Hitchcock. Ele disse que o filme europeu pode abrir com uma imagem de nuvens, cortar para outro plano de nuvens, e então cortar para um terceiro plano de nuvens.
Se um filme americano abre com uma imagem de nuvens, deve cortar para um plano de um avião, e se no terceiro plano o avião não tiver explodido, a platéia estará entediada. (Fonte: Blog Roteiristas).



O cinema de Holywood geralmente direciona nossa atenção, focando e direcionando o olhar do espectador.


Na narrativa européia as cenas podem mostrar uma ação em primeiro plano e, ao fundo, outro acontecimento no mesmo quadro pode ser parte importante (uma chave) para desvendarmos
o quebra-cabeças história central.
(O olhar do espectador é menos direcionado do que no cinema de Hollywood)




Slides da aula 'Linguagem do cinema'




O Zoopraxiscópio de Eadweard Muybridge 










A fotografia em movimento de Eadweard Muybridge 




Filme: Viagem para a lua (A trip to the moon)








sexta-feira, abril 18, 2014

Linguagem da TV x linguagem do Cinema

No Cinema:
- A imagem é mais realista, mais próxima do natural.
- Não há interrupções (não há comercial no meio do filme).
- Os cortes existem para passar a impressão de continuidade.- As luzes se apagam e o foco está apenas na tela.
- Imagem e som são em alta definição (meio quente – alta definição – Marshall McLuhan).
- Existe uma maior profundidade de campo. Não vemos as coisas chapadas.
- 24 quadros por segundo (cinescópio).

Na TV:
- A imagem é fragmentada e os gráficos na tela tornam a imagem não natural.
- A programação é fragmentada (comerciais).- Com o controle remoto o espectador fragmenta ainda mais a programação.
- Imagem e som são em baixa definição (meio frio – baixa definição – Marshall McLuhan).
- Na TV a edição/corte não busca a continuidade.
- A luz está acesa e o foco não está apenas na tela.- Menos profundidade de campo. O foco restrito.
- 30 quadros por segundo (varredura).