sexta-feira, setembro 25, 2015

A internet das coisas, web 3.0 e semântica

Sobre a A Web 2.0 (Resumo) 
É uma evolução da web 1.0 - Participação, colaboração, páginas dinâmicas - Conteúdo gerado e organizado pelo usuário - Ajax: XML, Feed RSS, Java Script - Surgem os weblogs, web publishers - Widgets, wikidocumentos - Aplicativos estão na nuvem, não no computador - Surgem as redes sociais, todos podem ser editores




  John Markoff Sobre a Web 3.0 (resumo)
- As aplicações são pequenos módulos que trabalham integrados
- Os dados estão na nuvem
- As aplicações funcionam em qualquer equipamento (PC ou celular)
- As aplicações são rápidas e personalizáveis
- São distribuídas viralmente (redes sociais)
- Você não vai até uma loja e compra uma aplicação, você compra direto no gadget
- Fáceis de usar, resolvem vários problemas

O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, em artigo do New York Times e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual.




A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet.
A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Facebook, twitter etc.

A evolução das gerações web 1.0, 2.0 e 3.0

A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet. Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.

Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O conceito de ”rede semântica”, proposto pelo inglês Tim Berners-Lee.


Azul: web 1.0, Amarelo: Web 2.0, Verde: Web 3.0


Exemplos de dispositivos (gadgets) que podem ter Internet

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 - Web semântica / Transmídia
- Previsões apontam para que ela se firme em cerca de 5 a 10 anos
- Convergência de várias tecnologias
- Sinergia de banda larga, acesso móvel à internet - Tudo isso junto de maneira inteligente
- A WWW passa a ser ‘World Wide Database’ (base de dados mundial)
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WEB 3.0 para Eric Schmidt, CEO da Google
Questionado sobre o que seria a web 3.0, Schmidt brincou no início, falando que a web 2.0, considerada a geração atual da internet, era apenas um termo marqueteiro. Mas logo a definiu como a que tem a sua arquitetura baseada em Ajax. (As declarações foram feitas durante o Seoul Digital Fórum, que aconteceu em agosto de 2007).

A web 3.0, na visão do CEO da Google, será sustentada por aplicações multiplataforma. “A próxima geração será formada por aplicações que conversem entre si. Serão relativamente pequenas e rodarão em qualquer dispositivo, tanto PCs quanto telefones móveis”, afirmou.


Schmidt disse ainda que os dados serão concentrados nas máquinas dos internautas, tornando a troca de informações mais ágil. “As aplicações serão personalizáveis e distribuídas de forma viral, por meio de redes sociais e e-mails”, disse. "Será uma era muito longa e bem diferente do que foi a do mainframe ou a dos microcomputadores". Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/082007/08082007-6.shl



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Exemplo de equipamentos integrados que permitem o funcionamento
da terceira geração da web

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Gadgets que podem utilizar conexões de internet.

O sensor Nike+, inserido no tênis do corredor, capta os dados da corrida, se conecta ao celular
(que tem conexão com a internet), recebe o feedback da 'treinadora virtual' que manda instruções junto à musica a partir do fone de ouvido, que se conecta ao facebook (web).








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Tela das redes  sociais Facebook (esquerda) e Nike+ (direita) ilustrando a integração: sensor, app, celular, redes sociais, com a intervenção dos contatos do facebook 'curtindo' uma postagem e participando virtualmente da corrida, em um sistema colaborativo Web 3.0 

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Web semântica
A Web semântica é uma extensão da Web atual, que permitirá aos computadores e humanos trabalharem em cooperação. A Web semântica interliga significados de palavras e, neste âmbito, tem como finalidade conseguir atribuir um significado (sentido) aos conteúdos publicados na Internet de modo que seja perceptível tanto pelo humano como pelo computador.


A idéia da Web Semântica surgiu em 2001, quando Tim Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila publicaram um artigo na revista Scientific American, intitulado: “Web Semântica: um novo formato de conteúdo para a Web que tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas possibilidades.”

O objetivo principal da Web semântica não é, pelo menos para já, treinar as máquinas para que se comportem como pessoas, mas sim desenvolver tecnologias e linguagens que tornem a informação legível para as máquinas. A finalidade passa pelo desenvolvimento de um modelo tecnológico que permita a partilha global de conhecimento assistido por máquinas (W3C 2001). A integração das linguagens ou tecnologias eXtensible Markup Language (XML), Resource Description Framework (RDF), arquiteturas de meta-dados, ontologias, agentes computacionais, entre outras, favorecerá o aparecimento de serviços Web que garantam a interoperabilidade e cooperação.

Ultimamente tem-se associado Web Semântica a Web 3.0, como um próximo movimento da Internet depois da Web 2.0 que já inicia seu crescimento.

Leia mais sobre Web Semântica na Wikipedia
- Leia mais sobre Web 3.0 no Howstuffworks
- Leia mais sobre a importância da Web 3.0 no cmswire (em inglês)







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